Em agosto de 2018, o Projeto Draft, veículo de empreendedorismo e negócios, publicou a trajetória da Roupa para Brincar. A reportagem mostra como duas amigas de Tatuí (SP), Renata Gallo, jornalista, e Telma Gagliardo, fisioterapeuta, transformaram uma conversa de shopping em uma marca de leggings.

 

Como tudo começou

 

A ideia surgiu nas férias de dezembro de 2014, quando as sócias viram numa loja de departamento um biquíni com bojo para meninas de 6 anos e começaram a conversar sobre o que queriam ver os filhos vestindo. Chegaram à legging e, como achavam as opções do mercado ruins (desbotavam e furavam no joelho), decidiram fazer a própria. O investimento inicial foi de R$ 500 de cada sócia, para uma primeira produção planejada de cerca de 60 peças. O primeiro lote chegou em março de 2015.

 

Da divulgação nas redes ao boca a boca

 

As peças foram fotografadas nos próprios filhos, no parquinho, e divulgadas em perfis recém-criados nas redes sociais. Em cerca de um mês, tudo estava vendido, principalmente pelo boca a boca entre mães que tinham a mesma dor: roupas infantis cheias de detalhes que pinicavam. Por mais de um ano, a marca vendeu apenas pelas redes, com catálogo em PDF atualizado todos os dias e pedidos fechados por e-mail.

 

Uma marca para todas as idades e gêneros

 

Com o tempo, as mães passaram a pedir leggings para elas, e os tamanhos foram de bebê a GG. A marca ampliou a linha com maiôs, collants, shorts-saia, sungas e camisetas com proteção UV, mantendo a proposta de peças confortáveis, duráveis e sem divisão por gênero, sem coleções fechadas, para estimular um consumo mais consciente. Segundo a matéria, na época a marca tinha 25 mil seguidores no Instagram e faturamento anual de cerca de meio milhão de reais.

 

Leia a reportagem completa em Projeto Draft: https://www.projetodraft.com/de-leggings-para-criancas-a-pecas-confortaveis-para-todas-as-idades-a-trajetoria-da-roupa-para-brincar/