Em janeiro de 2017, o site Direto ao Assunto, da Unesp, publicou a reportagem “Moda agênero: liberdade, diversidade e respeito com muito estilo”, assinada por Michelle Albuquerque e Érika Turci. O texto explica o que é a moda sem gênero (também chamada de agênero, genderless ou gender free), lembra que a ideia não é nova e mostra como marcas brasileiras a colocaram em prática. A Roupa para Brincar aparece como exemplo no universo infantil.

 

Como a Roupa para Brincar nasceu

 

Segundo as sócias Renata Gallo, jornalista, e Telma Gagliardo, fisioterapeuta, a ideia surgiu numa conversa de férias no shopping, ao ver seções infantis cheias de roupas de “mini-adultos”: peças que pinicam, travam o movimento e deixam pouco espaço para a brincadeira. Elas quiseram fazer o oposto, uma roupa que deixasse a criança ser criança. De acordo com o relato, as primeiras peças ficaram prontas em cerca de dois meses e foram apresentadas às amigas, que aprovaram.

 

Legging colorida para meninas e meninos

 

A reportagem destaca que as leggings coloridas e estampadas são o carro-chefe da marca e que fazem sucesso também entre mães de meninos, que valorizam o conforto do tecido macio. As criadoras contam que o material é resistente e tem proteção solar UV 50. Elas também comentam que ainda existe resistência a cores como o rosa para meninos, um pensamento que percebem estar em transformação.

 

Recado para quem quer empreender

 

Renata deixa uma orientação direta para quem sonha em abrir uma marca: execute a ideia em vez de ficar só no plano, conte com a rede de apoio para trocar informações e esteja aberta a críticas.

 

Leia a reportagem completa em Direto ao Assunto (Unesp): https://diretoaoassunto.faac.unesp.br/moda-agenero-liberdade-diversidade-respeito/